
Ao tempo que tudo insiste e amola
As piores traças, um rápido tecer
De linhas e pinturas simplórias
Retrata a vida de um ínfimo ser
Nas mãos, marcas da mais pura verdade
O corpo denuncia traços de imperfeição
No todo, o que é belo em sua infinidade
Nos pés, a trajetória perfeita da razão
O que digo aqui não pode ser apenas visto
Como débeis mentiras, maiores desgraças
Porque até o sentimento mais nobre confisco
Ao tempo irredento que julga e passa
No mais belo pôr-do-sol ou no último suspiro
Que nem a vida, nem o homem e nem a morte escapa
E nem a velha esperança no infinito
Pelas minhas aventuras e desventuras únicas e dignas de um caserna militar, eu passei 3 dias que considero 3 meses no mato num treinamento de sobrevivência na FAB. Lá eu percebi o que realmente nos faz humanos.
ResponderExcluirE são Exatamente essas coisas que vc disse, porém, com a felicidade de nascer o Sol toda manhã, comer todo dia e descansar a noite.
Como diria o Einstein, "Tempo não existe, quem dirá que passa"....rsrssr
Gosto dos seus texto!